17 de dezembro de 2009
Sofrimento psíquico do desempregado
10 de dezembro de 2009
O tímido
7 de dezembro de 2009
Indicação de atendimento psicoterápico gratuito
Universidade Veiga de Almeida
Clínica de Psicologia (Tijuca)
Rua Ibituruna, 108
Vila Universitária - Casa 4
Tel: 2574-8898
Clínica de Psicologia (Barra)
Av General Felicíssimo Cardoso, 500
Tel: 3325-2333 ramal 146
PUC - Serviço de Psicologia Aplicada (SPA)
Rua Marques de São Vicente, 225
Gávea
Tel: 3527-1574
Em outras localidades recomendo que procurem os serviços de psicologia aplicada das universidades.
Boa sorte.
Brincadeira de pais e filhos
4 de dezembro de 2009
Você tem resiliência?
9 de novembro de 2009
Sexo na terceira idade
6 de novembro de 2009
Dor física e violência psíquica
As mulheres vítimas de violência são menos resistentes à dor. Essa afirmação foi feita à partir de uma pesquisa em um hospital nos Estados Unidos e publicado na Medscape, site internacional de publicações médicas. Além da dificuldade em tolerar a dor no corpo, apresentam um persistente estado depressivo e muitas possuem tendência ao suicídio e ao sexo sem proteção. Nos Estados Unidos 40% das mulheres entre 18 e 64 anos já passaram por pelo menos uma experiência de violência seja abuso sexual na infância, estupro ou espancamento. No Brasil a situação não é muito diferente. A cada 4 minutos uma mulher é agredida dentro ou fora de casa por alguém com quem possui relação de afeto. Passam então a sentir dores por toda a vida sem conseguirem chegar à um diagnóstico final que explique sua origem.
A fibromialgia, por exemplo, doença caracterizada por dores generalizadas na coluna e no corpo associada a cansaço permanente e depressão, aponta que 10% das mulheres que apresentavam essa doença haviam sido vítimas de abuso sexual. O agravante de toda essa situação é que apenas um terço das mulheres conta para o médico terem sofrido algum tipo de abuso. A maioria não revela o passado de violência por medo e principalmente vergonha. Um tratamento eficaz se estabelece na confiança depositada no médico, pois ele poderá diagnosticar que a doença física tem sua origem em um sofrimento psíquico podendo prescrever ao paciente antidepressivos e tratamento psicoterápico.
1 de outubro de 2009
Criando filhos, criando netos.
Email recebido de uma leitora:
“Tenho 52 anos de idade, sou viúva há 8 anos...agora que estou mais conformada, pensei que iria ter um pouco de tranqüilidade na vida e me enganei...minha filha tem 22 anos, mora comigo e tem um filho de 5 anos de idade. Ela não quer saber de nada, o pai da criança muito menos. Sobra tudo para mim e o que é pior. Ela não faz nada o dia inteiro, não cuida do menino, não faz uma comida, nada. Quem faz tudo sou eu. Ela dorme o dia inteiro e a noite ela sai. Outro dia o menino foi com a blusa do colégio suja do dia anterior porque ela não tinha lavado. Estavam todas sujas. Nem para colocar na máquina e apertar o botão ela presta. Eu fiquei com dó do menino porque eu o amo muito e ele não tem culpa da mãe que tem. Como pode uma mãe não querer saber do filho? Outro dia cheguei em casa às 9 da noite e o menino ainda não tinha jantado. Quando ela engravidou, ela e o namorado disseram que iriam assumir a criança. 5 anos depois ninguém ainda assumiu nada. Quem assume sou eu. Tenho vontade de botar ela para fora de casa mas penso no meu neto e tenho medo de que a doida da mãe dele deixe alguma coisa acontecer e eu me sentir culpada. O que é que eu faço?”
Existe uma lenda a respeito da maternidade e da maternagem. Essas duas condições não estão necessariamente interligadas. Ter um filho não desperta automaticamente a capacidade de lidar com ele na pura essência do que isso envolve ou seja dar amor, cuidado e tudo o mais que uma criança necessita. Muitos homens cumprem de forma muito eficiente essa função. A maternagem não diz respeito exclusivamente às mulheres e tampouco à própria mãe da criança. Haja vista que homens e mulheres adotam crianças e em muitos casos adaptam-se bem às todas as demandas e exercitam a maternagem de forma bastante eficiente. Portanto não é também uma questão biológica. Ou mesmo casais que optaram em abrir mão temporariamente do trabalho do homem, ficando este em casa cuidando dos filhos. Este padrão é visto com freqüência em países desenvolvidos. Ou avós que, cada vez com maior incidência, cuidam de seus netos pelas mais diversas questões.
No seu caso, acredito que o melhor a fazer é assumir uma posição. Parece que você se preocupa muito com seu neto e tudo o mais que o cerca. Se sua filha não se posiciona em relação à própria vida, cabe a você tomar uma atitude. E se o seu neto é uma pessoa importante para você, integre-o à sua vida de forma completa e exija um posicionamento da sua filha que já tem idade suficiente para lidar com as próprias dificuldades. De nada adianta um bate boca a respeito de uma situação bastante conhecida e, ao mesmo tempo, continuar endossando o tipo de conduta que ela vem adotando rotineiramente. Tenha uma conversa franca com ela, exponha as suas intenções em relação ao menino e faça o melhor por ele. Talvez apenas uma conversa não seja suficiente. Insista e em algum momento exija novamente um posicionamento. Responsabilize-a pela própria vida assim como com a vida do seu neto. Acredito que o mais importante é ensinar à sua filha que na vida existem sempre várias opções para lidar com uma mesma situação e que somos responsáveis tanto pelo que fazemos como também pelo que deixamos de fazer. Com o meu melhor abraço.
8 de agosto de 2009
Adoção
16 de julho de 2009
Solidão day by day
Existe um contingente que cresce a cada dia formado por pessoas que decidiram morar só e cada qual com seu argumento transformou essa opção em estilo de vida. Aproximadamente 4 milhões de brasileiros decidiram morar sozinhos. Na verdade viver só tornou-se uma tendência mundial e em geral são pessoas independentes que se instalaram em lares confortáveis onde muitas vezes revelam uma autosuficiência operacional e emocional desconcertantes para quem tenta se aproximar, afirmando não gostarem de “problemas”, que é “ótimo viver sozinho e não precisar dar satisfação à ninguém”. Possuem prontamente uma grande lista de vantagens







